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  • Veneri pede que governador diga o que pensa sobre problemas que afligem a população do Paraná

    Veneri pede que governador diga o que pensa sobre problemas que afligem a população do Paraná


    O governador do Paraná deve uma posição à população do nosso Estado sobre dois temas fundamentais; qual o modelo que defende para os novos contratos de pedágio e como vai providenciar a vacina para que possa garantir o retorno seguro às aulas de estudantes e seus familiares, professores e funcionários. A cobrança foi feita nesta segunda-feira, 14, pelo deputado estadual Tadeu Veneri (PT) durante a sessão plenária.

    “Nós precisamos saber para que lado o governador vai. É preciso que tenhamos uma clareza de posição do governador sobre como fazer as escolas funcionarem com o modelo misto de aulas presenciais e remotas e qual é a opinião dele no debate sobre o pedágio. Ele é a favor do menor preço ou da outorga’, indagou o deputado.

    As concessões vencem em novembro deste ano e há um cronograma em andamento de audiências públicas realizadas por uma frente parlamentar da Assembleia Legislativa para debater os novos contratos. Para o deputado, o governador deveria participar desta discussão e revelar sua posição.

    O mesmo se aplica ao retorno das aulas e a vacinação da população. Veneri tem insistido com o governador para que explique por que o Tecpar não está produzindo as vacinas previstas em acordo firmado com o instituto russo Gamaleya, que fabrica o imunizante Sputnik V.

    “O governador não pode ficar olhando de longe as coisas aconteceram. Como o chefe político máximo do Estado tem que se pronunciar’, disse Veneri.

    O deputado destacou que mais de dez mil pessoas já morreram no Estado devido à pandemia de coronavírus. “O que houve com a vacina russa? Como fazer nas escolas sem uma estrutura que permita um ambiente seguro para as aulas? Nós precisamos dessas respostas. A pandemia não está sob controle. Professores, pedagogos e funcionários morreram. Neste momento de muita aflição, o governo precisa agir e dizer o que fará claramente em relação a vacinação. Não há mágica, governador ‘, enfatizou Veneri. Ele destacou que 9.500 funcionários PSS da área de educação foram exonerados e não há uma palavra do governador sobre a substituição desses trabalhadores que serão fundamentais no enfrentamento à pandemia no retorno das atividades nas escolas públicas estaduais, previsto para março.