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  • A palavra de ordem na sociedade é “Fora, Bolsonaro!”, diz líder do PT

    A palavra de ordem na sociedade é “Fora, Bolsonaro!”, diz líder do PT


    Durante a sessão remota desta quarta-feira (24) o líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Tadeu Veneri, voltou a criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) diante da crise desencadeada pela pandemia do novo coronavírus. Veneri condenou a irresponsabilidade de Bolsonaro que, por inúmeras vezes, foi flagrado transitando em vias e espaços públicos de Brasília sem o uso da máscara de proteção.

    “Não adianta esconder o sol com a peneira. Parece que algumas pessoas se recusam a entender o que está acontecendo. O Brasil já ultrapassou 50 mil mortes pelo Covid-19. Daqui a pouco vamos ultrapassar os Estados Unidos que hoje ocupa o primeiro lugar no número de óbitos”, disse Veneri ao se referir a discursos de deputados bolsonaristas.

    O líder do PT lembrou ainda o escândalo envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, preso na última sexta-feira (18). Queiroz é acusado de operar o esquema das “rachadinhas” que está sendo investigado pela Justiça do Rio de Janeiro e que apura desvios de recursos da Assembleia Legislativa do estado (Alerj).

    “O governo Bolsonaro está mergulhado em fraudes. O Queiroz está preso! A hora que ele abrir a boca não sobra ninguém. A Justiça está investigando o governo Bolsonaro no caso das rachadinhas, no caso das ações dos vândalos e bandidos que querem o fechamento das instituições democráticas. Todos os financiadores de campanha de Bolsonaro também estão sob investigação. Quem está destruindo o governo Bolsonaro é o próprio presidente. Ele estimula o confronto, a confusão. “Fora, Bolsonaro!”, é a palavra de ordem na sociedade brasileira”, concluiu.

    PUNIÇÃO

    Nesta terça-feira (23), a Justiça Federal divulgou uma decisão liminar que obriga o presidente da República a usar máscara em espaços públicos do Distrito Federal. O descumprimento da medida implica pena de multa diária de R$ 2 mil. A Advocacia-Geral da União (AGU) afirmou que recorrerá da decisão. A pandemia do novo coronavírus já matou 51.271 pessoas no país.