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  • Primeiro a vida! Depois o lucro, defende Veneri

    Primeiro a vida! Depois o lucro, defende Veneri

    Salvar a vida das pessoas está em primeiro lugar. A economia vem depois. A vida está acima do lucro. Assim, o deputado estadual Tadeu Veneri, líder da bancada do PT, resumiu o que deve orientar a ação dos governantes e representantes populares em meio à pandemia do novo Coronavírus.

    Em breve pronunciamento na sessão plenária virtual da Assembleia Legislativa, em nome da bancada estadual do PT, Veneri defendeu a suspensão dos pagamentos de energia elétrica e água par as famílias em situação precária e trabalhadores autônomos, além da criação de um programa de renda mínima para ajudar à população a enfrentar a crise econômica neste momento.

    Veneri também agradeceu aos trabalhadores dos setores essenciais, como os da área da saúde, segurança, transporte coletivo, abastecimento de água e energia, que arriscam suas vidas para manter nossas cidades funcionando. Como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa, Veneri tem encaminhado vários requerimentos aos órgãos públicos para assegurar a segurança e proteção de várias categorias de trabalhadores e das camadas mais vulneráveis da população.

    O deputado repudiou ainda a declaração de empresários nacionais e do Paraná desdenhando os riscos de morte de pessoas idosas e vulneráveis, como se fossem apenas números nas estatísticas das vítimas da pandemia. “Para eles essas pessoas não fazem diferença, mas e se entre esses seis, sete mil que para eles podem morrer, estiverem também seus filhos, pais e amigos?”, comentou Veneri sobre a insensibilidade que alguns representantes do poder econômico estão demonstrando nesta fase em que a solidariedade e a compaixão deveriam ser predominante.

    Para Veneri, em uma fase tão desafiadora como a atual, o poder econômico e seus tentáculos mais fortes como o setor bancário poderiam retribuir à sociedade os lucros que acumulam em períodos normais. Mas, ressaltou Veneri, ao invés de colaborar, os bancos estão obrigando os funcionários a trabalhar em ambientes impróprios.